Conheça os finalistas do I Concurso Fotográfico Objectif France na UFMG

Entre os dias 22 e 30 de outubro, a Embaixadora Universitária da França na UFMG recebeu inscrições para a etapa local do I Concurso Fotográfico Objectif France. As 15 fotos mais votadas (que você pode conferir na galeria abaixo) foram enviadas para a curadoria, e hoje temos o prazer de anunciar as fotógrafas finalistas.

A alma do poeta - Emilia Mendes Lopes A meu ver, esta foto sintetiza duas coisas de que gosto na França: as artes plásticas e a literatura. Por ter Charles Baudelaire como um dos meus poetas prediletos, a figura do corvo é simbolo desta literatura, dessa forma, a cena do corvo na estátua trazia a sensação de tê-lo ali, era como comungar com Baudelaire a beleza da sua cidade. Assim, na hora de fazer a foto, era era como se o corvo pousasse na musa, era um toque de poesia na tarde que findava (embora seja Diana, a deusa da caça, mas aí já são dados do real, queria estar ali, no meu momento onírico). O que mais me impressiona na França é arte, é formidável como é possível ter acesso a tantas coisas interessantes ao mesmo tempo, a todas as artes, sejam elas clássicas ou de vanguarda.

A alma do poeta – Emilia Mendes Lopes A meu ver, esta foto sintetiza duas coisas de que gosto na França: as artes plásticas e a literatura. Por ter Charles Baudelaire como um dos meus poetas prediletos, a figura do corvo é simbolo desta literatura, dessa forma, a cena do corvo na estátua trazia a sensação de tê-lo ali, era como comungar com Baudelaire a beleza da sua cidade. Assim, na hora de fazer a foto, era era como se o corvo pousasse na musa, era um toque de poesia na tarde que findava (embora seja Diana, a deusa da caça, mas aí já são dados do real, queria estar ali, no meu momento onírico). O que mais me impressiona na França é arte, é formidável como é possível ter acesso a tantas coisas interessantes ao mesmo tempo, a todas as artes, sejam elas clássicas ou de vanguarda.

Vista da cidade, na companhia da gárgula da Notre-Dame de Paris (Yara Augusto) - A França, referência na área de educação, preserva e valoriza a literatura, as artes e o patrimônio cultural, o que considera um direito de todos. O país pratica o complexo exercício de conjugar um perfil cosmopolita e inovador frente ao cenário mundial com a conservação das tradições e de uma cultura próprias, que se destaca em distintas áreas como as humanidades, a medicina e a farmácia, o direito, a tecnologia fina, a museologia, a gastronomia, a moda, dentre outras. Em Paris, além dos mais de quatrocentos parques e jardins abrigados pela cidade, o que mais me fascina e inspira é a vida efervescente das ruas. Tudo aquilo que li e ouvi sobre a flânerie, o grande prazer do dândi e do poeta que desfrutam o espaço urbano, ganhou uma nova dimensão quando pude experimentar a arte de vagar despretensiosamente pelas ruas da capital francesa. Por toda parte, há o que se observar. A cada esquina, irrompe algo surpreendente que capta a atenção. A beleza é embriagante e perdura como memória. Não por acaso, cultiva-se o gosto de sentar-se à mesa dos cafés e permanecer a observar a gente interessante que passa.

Vista da cidade, na companhia da gárgula da Notre-Dame de Paris (Yara Augusto) – A França, referência na área de educação, preserva e valoriza a literatura, as artes e o patrimônio cultural, o que considera um direito de todos. O país pratica o complexo exercício de conjugar um perfil cosmopolita e inovador frente ao cenário mundial com a conservação das tradições e de uma cultura próprias, que se destaca em distintas áreas como as humanidades, a medicina e a farmácia, o direito, a tecnologia fina, a museologia, a gastronomia, a moda, dentre outras. Em Paris, além dos mais de quatrocentos parques e jardins abrigados pela cidade, o que mais me fascina e inspira é a vida efervescente das ruas. Tudo aquilo que li e ouvi sobre a flânerie, o grande prazer do dândi e do poeta que desfrutam o espaço urbano, ganhou uma nova dimensão quando pude experimentar a arte de vagar despretensiosamente pelas ruas da capital francesa. Por toda parte, há o que se observar. A cada esquina, irrompe algo surpreendente que capta a atenção. A beleza é embriagante e perdura como memória. Não por acaso, cultiva-se o gosto de sentar-se à mesa dos cafés e permanecer a observar a gente interessante que passa.

Primeira vista da Catedral de Amiens (Amanda Avelin Ribeiro) - Para os franceses, a Catedral é o principal símbolo da cidade de Amiens. Para mim, é o símbolo de um dos melhores períodos da minha vida, do início de belas amizades e de várias aventuras. Foi a primeira foto do meu intercâmbio.

Primeira vista da Catedral de Amiens (Amanda Avelin Ribeiro) – Para os franceses, a Catedral é o principal símbolo da cidade de Amiens. Para mim, é o símbolo de um dos melhores períodos da minha vida, do início de belas amizades e de várias aventuras. Foi a primeira foto do meu intercâmbio.

Mais do que você pode imaginar - Josiane Alves O que me inspira na França é o efêmero, o breve e fugaz momento no qual a superioridade da natureza se impõe sob os nossos corpos. É o instante finito, transitório e passageiro que nos conecta com o mundo e prova que o essencial é invisível aos olhos.

Mais do que você pode imaginar – Josiane Alves O que me inspira na França é o efêmero, o breve e fugaz momento no qual a superioridade da natureza se impõe sob os nossos corpos. É o instante finito, transitório e passageiro que nos conecta com o mundo e prova que o essencial é invisível aos olhos.

Felicidade sem Sol (Alice Vianna von Bentzeen Rios) - Eu morei no sul da França um ano no ensino médio, entre 2008 e 2009 e depois voltei para cursar um período de direito na Sorbonne, em Paris, em 2013. A França sempre significou liberdade na minha vida, ser responsável pelas minhas escolhas e aprender a me virar sozinha. Quando voltei para a França na faculdade, para morar em Paris, entendi porque tantas personalidades que se destacaram na literatura e em diversos campos da arte e ciência decidiram morar na capital francesa. Paris respira inspiração. É impossível não ser afetado, o desejo de ganhar as ruas e gravar na memória cada paisagem, fachada e cantinho de céu, esse desejo implacável não tem limites. Sinto muita saudade e essa foto, tirada numa tarde cinzenta, sempre me transporta, ainda que por alguns segundos, de volta a Paris.

Felicidade sem Sol (Alice Vianna von Bentzeen Rios) – Eu morei no sul da França um ano no ensino médio, entre 2008 e 2009 e depois voltei para cursar um período de direito na Sorbonne, em Paris, em 2013. A França sempre significou liberdade na minha vida, ser responsável pelas minhas escolhas e aprender a me virar sozinha. Quando voltei para a França na faculdade, para morar em Paris, entendi porque tantas personalidades que se destacaram na literatura e em diversos campos da arte e ciência decidiram morar na capital francesa. Paris respira inspiração. É impossível não ser afetado, o desejo de ganhar as ruas e gravar na memória cada paisagem, fachada e cantinho de céu, esse desejo implacável não tem limites. Sinto muita saudade e essa foto, tirada numa tarde cinzenta, sempre me transporta, ainda que por alguns segundos, de volta a Paris.

As cinco fotos finalistas serão expostas no Espaço do Conhecimento UFMG entre os dias 7 e 15 de novembro, e estão todos convidados a comparecer à abertura, às 10h da manhã do dia 7 de novembro. A foto ganhadora passará para a etapa estadual do concurso, e ficará exposta na galeria da Aliança Francesa de Belo Horizonte entre os dias 18 e 27 de novembro, além de concorrer aos grandes prêmios da etapa estadual. Os ganhadores da etapa local de cada universidade serão premiados com um romance policial de um autor francês traduzido, da editora Autêntica. Já os 3º, 2º e 1º lugar geral ganharão, respectivamente, uma entrada com acompanhante e um vale-consumo de 100,00 no Bar Paco Pigalle, um jantar completo com um acompanhante com um vinho de até 150,00 no restaurante Au Bon Vivant e um curso de 50 horas na Aliança Francesa, de acordo com o nível e o interesse do ganhador, dentro dos cursos disponíveis.

Este slideshow necessita de JavaScript.

O I Concurso Fotográfico Objectif France é uma iniciativa do Programa de Embaixadores Universitários da França do Serviço de Cooperação e Ação Cultural da Embaixada Francesa em Belo Horizonte, e conta com o apoio da Aliança Francesa, da editora Autêntica, do restaurante Au Bon Vivant e do Paco Pigalle Bar.

Confira todas as fotos inscritas para a etapa da UFMG no álbum I Concurso Fotográfico Objectif France do facebook Embaixadores Universitários da França – UFMG

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s